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Copa do Mundo 2026

Onde assistir jogos da Copa do Mundo 2026 na TV e no celular?

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Torcedora brasileira no sofá diante da tela da TV em dúvida sobre onde assistir o jogo do Brasil na Cpa do Mundo 2026

Onde assistir Copa do Mundo 2026? O Mundial, que será disputada nos Estados Unidos, México e Canadá, marca a maior descentralização de direitos de transmissão da história do futebol no Brasil. Diferente de edições passadas, o torcedor terá que navegar entre a TV Globo e SBT (abertas), Sportv (fechada) e o fenômeno da CazeTV no YouTube, além de plataformas como NSports e GE TV.

Com 104 partidas no calendário (40 a mais que nos últimos mundiais), a estratégia das emissoras foca na onipresença digital para capturar a audiência que migrou da TV tradicional. Aqui no Kmiza27 você fica sabendo tudo sobre os jogos da Copa 2026, incluindo todas as transmissões.

Torcedor brasileiro verá os 104 jogos da Copa em plataformas de streaming e na TV tradicional

TV Aberta: Globo e SBT

A TV Globo segue como a detentora dos direitos para a TV aberta, garantindo a exibição de 55 jogos no total, sendo todos os jogos da Seleção Brasileira e das fases finais. A emissora aposta na tradição e na alta definição para manter a liderança de audiência nacional.

Já o SBT e o streaming NSports terão 32 partidas, 10 com narração de Galvão Bueno — incluindo abertura, jogos do Brasil e final. Os outros 22 confrontos serão narrados por Tiago Leifert.

No cabo, o Sportv terá 55 jogos e canais dedicados para cobrir o volume massivo de jogos simultâneos na fase de grupos. O Globoplay funcionará como o hub digital, integrando os sinais e oferecendo recursos interativos para o assinante. No streaming, a Globo usará alguns recursos do Globoplay e passará jogos na GETV para transmissões específicas, em plataformas digitais que não sejam o Youtube.

O Fenômeno CazéTV e a democratização digital

Já a CazéTV, em parceria com a LiveMode e o YouTube, consolidou-se como o principal destino do torcedor jovem após o sucesso de 2022. Para 2026, a expectativa é ainda maior, já que que o canal será o único a transmitir todos os 104 jogos, incluindo a exclusividade em jogos de Portugal, Holanda, Espanha, Alemanha e Argentina, além dos confrontos dos rivais do Brasil no Grupo C.

Além do YouTube, o Prime Video e a Twitch também devem servir de plataforma para a linguagem descontraída e cheia de humor de Casimiro Miguel. Essa estrutura forçou o mercado a aceitar que o streaming não é mais o futuro, mas o presente obrigatório.

ONDE ASSISTIRPLATAFORMANº DE JOGOSDESTAQUES
TV GLOBOTV ABERTA55Jogos do Brasil, principais da fase de grupos e das fases decisivas
SBTTV ABERTA3210 jogos com transmissão de Galvão Bueno, incluindo abertura, final e jogos do Brasil. Outros 22 com transmissão de Tiago Leifert
CAZÉTVSTREAMING (YOUTUBE E OUTROS)104Único com todos os jogos transmitidos, incluindo exclusividade em jogos de seleções como Portugal, Holanda, Espanha, Argentina e Alemanha, além de uma semifinal
SPORTVTV FECHADA55Principais jogos do cardápio da Globo e cobertura 24hs
NPORTSSTREAMING3210 jogos com transmissão de Galvão Bueno, incluindo abertura, final e jogos do Brasil. Outros 22 com transmissão de Tiago Leifert
GE TVSTREAMING (EXCETO YOUTUBE)32Vai transmitir alguns jogos do cardápio da Globo em plataformas digitais sem exclusidade
GLOBOPLAYSINAL DIGITAL32Vai disponibilizar algumas transmissões da Globo nas plataformas digitais

TV Tradicional x Segunda Tela

Essa pulverização de direitos reflete a estratégia da FIFA de maximizar receitas e alcançar nichos específicos. O torcedor hoje é multitarefa: ele consome o jogo na TV, mas a narração alternativa e as estatísticas vêm da tela do celular.

Os dados de mercado confirmam: a experiência linear de TV está sendo “asfixiada” pelas redes sociais. Durante os 90 minutos, o engajamento migra para o X (Twitter), Instagram e grupos de WhatsApp em tempo real.

A segunda tela transformou o futebol em um evento interativo e analítico. Plataformas de scouts e aplicativos de apostas esportivas mantêm o usuário conectado a dados técnicos, reduzindo a TV a apenas uma das fontes de informação do ecossistema.

Copa do Mundo 2026

Copa do Mundo 2026 será a primeira da história sem técnicos brasileiros

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Visão lateral de um banco de reservas vazio em um estádio de futebol profissional sob luzes noturnas

Pela primeira vez em 96 anos de história, a Copa do Mundo não contará com nenhum treinador brasileiro à beira do gramado. A confirmação veio após a eliminação da Seleção da Albânia, comandada pelo ex-lateral Sylvinho, na repescagem das eliminatórias europeias (perdeu para a Polônia).

Desde a primeira edição da Copa, em 1930, o Brasil sempre esteve representado no banco de reservas, seja pela Seleção Canarinho ou por profissionais do país comandando nações estrangeiras. O vácuo para o Mundial de 2026, que será disputado nos EUA, México e Canadá, acende o alerta sobre a exportação e a relevância da nossa escola de treinadores no cenário global.

Técnico da Albânia, ex-lateral Sylvinho foi eliminado pela Polônia e encerrou as chances brasileiras de manter escrita de sempre ter pelo menos um técnico do pais na Copa do Mundo

Fim de uma hegemonia de quase um século

Desde Píndaro de Carvalho no Uruguai em 1930, o Brasil manteve uma linhagem ininterrupta de comandantes em Mundiais. Nomes como Vicente Feola, Zagallo e Telê Santana não apenas representaram o país, mas moldaram a forma como o mundo enxergava o futebol tático.

O auge dessa exportação ocorreu em 2006, na Alemanha (primeira Copa pós-Penta e com brasileiros em alta, vide Vanderlei Luxemburgo no Real Madrid na mesma época), quando cinco brasileiros dirigiram seleções diferentes: Parreira (Brasil), Alexandre Guimarães (Costa Rica), Felipão (Portugal), Marcos Paquetá (Arábia Saudita) e Zico (Japão). 20 anos depois, o cenário é de deserto total, e sem perspectivas de reversão próxima.

O fator estrangeiro e a queda de braço tática

A ausência de técnicos brasileiros em 2026 reflete um movimento inverso ao que ocorre no Brasileirão, hoje dominado por técnicos portugueses e argentinos. Enquanto o mercado interno importa conceitos, os profissionais brasileiros perderam espaço nas principais ligas e seleções periféricas de elite.

Sylvinho era a última esperança de manter a escrita viva, após passagens discretas de outros profissionais em ciclos recentes. A falta de licenciamento unificado com a UEFA e a barreira da língua ainda são apontados por especialistas como entraves para a retomada do espaço perdido.

Retrospecto: Ocupação Brasileira em Copas

Abaixo, a cronologia que mostra como o Brasil sempre foi protagonista no banco de reservas:

DÉCADASPRINCIPAIS NOMES NAS COPAS
1930-1950Píndaro de Carvalho, Luís Vinhaes, Flávio Costa
1960-1970Vicente Feola, Otto Glória (Portugal), Didi (Peru)
1980-1990Telê Santana, Parreira (Kuwait/EAU/Brasil), Tim (Peru)
2000-2022Felipão (Brasil/Portugal), Zico (Japão), Tite, Alexandre Guimarães (Costa Rica), Marcos Paquetá (Arábia Saudita), Parreira (Brasil/África do Sul)
2026Nenhum técnico brasileiro na Copa

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Copa do Mundo 2026

Dieta dos craques de futebol: da Taça de Vinho ao prato sob medida

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Jogador de futebol holandês Johan Cruyff fumando nos vestiários da seleção da Holanda durante a Copa do Mundo de 1974, na Alemanha

Como é a dieta dos maiores craques do futebol mundial? A alimentação dos ídolos é um assunto que certamente gera curiosidade. O futebol já foi um esporte onde o talento compensava quase qualquer pecado fora das quatro linhas. Se hoje vemos Cristiano Ronaldo rejeitar um refrigerante em uma coletiva, nos anos 1970 e 1980, o cenário nos vestiários era drasticamente diferente. A evolução da “dieta dos campeões” não é apenas uma mudança de cardápio; é a história da transformação do jogador de futebol em uma máquina de elite.

Em comparação aos anos 1970, onde quase tudo era permitido nos vestiários, o controle nutricional de clubes como o Manchester City nos dias atuais é quase ficção científica

Os Anos 70: Vinho, Cigarros e o “Bife com Batatas”

Até meados da década de 1970, a nutrição esportiva era quase inexistente. O conceito de “combustível” para o corpo era puramente intuitivo. Nas seleções da Itália e da França, por exemplo, o vinho às refeições era considerado digestivo e essencial para relaxar os jogadores.
Não era nada raro ver craques como o holandês Johan Cruyff fumando no intervalo ou nos túneis de acesso. O cigarro era visto com uma tolerância que hoje parece absurda.

A Pré-Partida

A refeição padrão antes de um jogo consistia em carne vermelha pesada (bife) e batatas fritas. O problema? A gordura e a proteína em excesso levavam horas para serem digeridas, roubando energia que deveria estar nos músculos.

A Revolução que veio pela boca

ELEMENTOANOS 1970/1980ERA MODERNA (PÓS-2010)
Principal Fonte de EnergiaCarne vermelha e gorduraCarboidratos complexos e Integrais
HidrataçãoÁgua e, por vezes, cerveja e/ou vinhoIsotônicos personalizados e sucos funcionais
SuplementaçãoPraticamente inexistenteCreatina, Whey, BCAAs e Ômega-3
Pós-JogoRefeição livre (Pizza/Hambúrguer)Janela metabólica (Proteína de rápida absorção)

A Transição Científica (Anos 1990 e 2000)

A grande virada ocorreu quando clubes europeus começaram a contratar fisiologistas e nutricionistas dedicados. O pioneirismo do técnico francês Arsène Wenger no Arsenal, em 1996, é o marco zero da modernidade. Ele baniu barras de chocolate, frituras e o consumo excessivo de álcool, enfrentando na época uma resistência feroz e imediata dos jogadores.

O Presente: Nutrição Individualizada e Alimentos Proibidos

Hoje, a dieta de um clube de futebol de elite é milimétrica. Jogadores como Lionel Messi e Erling Haaland seguem protocolos que tratam a comida como medicina.

A “Massa” Proibida

Messi, sob orientação do nutricionista Giuliano Poser, reduziu drasticamente a farinha refinada e o açúcar, o que eliminou seus problemas frequentes de vômitos em campo e lesões musculares.
Já a “Dieta Viking” do atacante norueguês Haaland foca em alimentos densos em nutrientes, incluindo coração e fígado de gado, além de água filtrada por sistemas complexos para evitar microplásticos.

Inflamação Zero

O foco atual é a dieta anti-inflamatória. Menos carne vermelha, mais peixes ricos em gorduras boas, sementes e vegetais crucíferos para acelerar a recuperação entre os jogos.

O Impacto na Longevidade

A maior prova de que a dieta mudou o jogo está na idade de aposentadoria. Nos anos 1970, um jogador de 30 anos era considerado “veterano em fim de carreira”. Hoje, atletas como Luka Modric e Cristiano Ronaldo performam no mais alto nível aos 38 ou 39 anos. O segredo? O controle glicêmico e a preservação da massa magra através da alimentação.

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Copa do Mundo 2026

Mascotes da Copa do Mundo: a História que não te contaram

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Em uma tela dividida, um designer cria à mão os traços do mascote Willie (Copa de 1966), enquanto no outro lado o designer de 2026 cria os mascotes de forma totalmente digital

O alce Maple, onça-pintada Zavu e a águia Clutch são os mascotes da Copa do Mundo de 2026

Mascotes da Copa do Mundo viraram celebridades desde que o leão World Cup Willie (ao lado) apareceu em 1966, fazendo com que a figura do mascote se tornasse uma ferramenta de marketing de bilhões de dólares. Na Copa do Mundo de 2026, as estrelas da vez são três: Maple (alce, representando o Canadá), Zayu (onça-pintada, do México) e Clutch (águia-americana, símbolo dos EUA).
Mas você sabia que para cada Naranjito (mascote da Copa da Espanha em 1982 que até hoje faz sucesso), “Zakumi” ou “Fuleco” que chega às prateleiras e rende milhões, dezenas de conceitos são descartados em salas de reunião da FIFA. Alguns por serem bizarros demais, outros por tocarem em feridas políticas ou simplesmente por falharem na tentativa de serem “modernos”.
E ainda temos os casos dos que, mesmo aprovados, não caíram no gosto do público e ainda gararam polêmicas. Vamos relembrar alguns deles?

O Mistério de 2002: O que eram os Spheriks?

A Copa na Coreia e no Japão já tinha os ineditismos de ser na Ásia e de ter duas sedes, e ainda tentou romper com a tradição de animais e humanos como mascotes. Mas nessa, falhou miseravelmente. O resultado foram os Spheriks (Ato, Kaz e Nik), que são… Bom, são isso aí!
O que poucos sabem é que a ideia original envolvia criaturas ainda mais abstratas e “alienígenas”, que foram suavizadas após pesquisas de mercado indicarem que as crianças tinham medo das formas pontiagudas e das cores fluorescentes originais. Foi a primeira vez que o design digital “apanhou” para a aceitação do público.

Alguns mascotes das Copas tiveram a consagração do público e até hoje fazem muito sucesso

Mas há os que geraram polêmicas, não caíram nas graças do público e são pouco lembrados

O Caso “Ciao”: O Boneco de Blocos que Dividiu a Itália

Em 1990, a Itália apresentou o Ciao, um boneco feito de blocos com as cores da bandeira e uma bola no lugar da cabeça. Até hoje, ele é citado em escolas de design como um exemplo de “ame ou odeie”. O que não foi revelado na época é que houve uma forte pressão para que o mascote fosse um personagem histórico (como um Gladiador ou o Pinóquio), mas a FIFA insistiu em algo que fosse “fácil de reproduzir em pixels”, prevendo a era dos videogames.

ANO / COPAMASCOTECONCEITOPOR QUE GEROU POLÊMICA
1982 / EspanhaNaranjitoUma laranjaCríticas ferozes da imprensa espanhola por ser “simples demais” para representar a cultura ibérica.
1986 / MéxicoPiqueUma pimenta jalapeñoAcusado de reforçar estereótipos mexicanos (chapéu e bigode).
2006 / AlemanhaGoleo VIUm leão sem calçasGerou debates na Alemanha sobre a falta de roupas e o fato de leões não serem animais nativos do país.
2022 / CatarLa’eebUm lenço de cabeça (Keffiyeh)Gerou memes globais comparando-o ao “Gasparzinho”.

Os “Quase-Mascotes” de 2026

Para a Copa na América do Norte, com três países dividindo a sede, o desafio era criar algo que não privilegiasse apenas uma cultura (como a Águia americana, o Bordo canadense ou a Arara mexicana). Nesse contexto, surgiram Maple (alce), Zayu (onça-pintada) e Clutch (águia-americana) como representantes de Canadá, México e Estados Unidos, respectivamente.
Mas fontes de agências de design indicam que a FIFA descartou rascunhos de animais híbridos (uma mistura de urso com coiote) por parecerem “quimeras assustadoras”. O trio de 2026 ainda vem com outra proposta: pela primeira vez se tornarão mascotes jogáveis – eles farão parte do FIFA Heroes, jogo virtual de futebol de cinco que será lançado pela FIFA às vésperas da Copa. O objetivo da entidade que rege o futebol mundial é tornar a competição cada vez mais próxima do público jovem.

Curiosidades dos Mascotes

O mascote de 1974, Tip e Tap, eram dois meninos alemães. A ideia na época era simbolizar a união das Alemanhas Ocidental e Oriental, mas o design foi criticado por ser “genérico demais”, parecendo apenas um anúncio de marca de leite da época.

Mesmo ainda um ícone histórico quando o assunto é mascote da Copa, o simpático Naranjito (Espanha, 1982) também apanhou da crítica local. Quem não gostava dele o acusava de ser “simples demais” para representar a cultura ibérica.

Em 1986, no mesmo México sede de 2026, o mascote era Pique, uma pimenta jalapeño. Até fez sucesso, mas era frequentemente acusado de reforçar estereótipos mexicanos (chapéu e bigode).

Em 2006, o Leão Goleo foi o campeão das polêmicas. Gerou debates acalorados na Alemanha desde sobre a falta de roupas até o fato meio óbvio de leões não serem animais nativos do país.

Na Copa do Catar em 2022, o mascote La’eeb era um tradicional lenço de cabeça (Keffiyeh), muito importante na cultura do Oriente Médio, mas gerou uma avalanche de memes globais comparando-o ao “Gasparzinho”, o fantasminha camarada.

Desde a Copa de 1990, mascotes viraram um mercado milionário para a FIFA e os países-sede

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