O Vasco da Gama segue em rota de ascensão sob o comando de Renato Gaúcho. Após a vitória contra o Grêmio neste último domingo (22), em São Januário, o treinador concedeu entrevista coletiva e não escondeu a satisfação com o desempenho da equipe. Para Renato, o placar poderia ter sido ainda mais elástico, refletindo a superioridade vascaína em momentos cruciais da partida.
Domínio e oportunidades desperdiçadas
Apesar do equilíbrio natural de um confronto entre duas camisas pesadas, Renato ressaltou que o Vasco teve o controle das ações para definir o jogo mais cedo.
“Fico feliz pelo desempenho. Criamos chances reais e, pelo que produzimos, poderíamos ter feito o terceiro gol e tido um final de jogo mais tranquilo”, afirmou o técnico.
O “fator 45 pontos” e a mentalidade do grupo
Questionado sobre os objetivos do Vasco na temporada, Renato manteve os pés no chão, mas mostrou ambição. Ele reiterou a importância de alcançar a pontuação de segurança o quanto antes para, então, permitir que o time sonhe com voos maiores na tabela. “Qualquer time que disputa o Brasileiro quer fazer logo os 45 pontos. É a meta que nos dá tranquilidade para trabalhar. O grupo entendeu a mensagem e está se doando ao máximo”, explicou.
Reencontro com o Grêmio
O duelo teve um tempero especial para o treinador, que é o maior ídolo da história do clube gaúcho. Renato, no entanto, profissionalizou o sentimento e focou na sua missão atual de recuperar o Gigante da Colina. “Todo mundo conhece minha história no Grêmio, o carinho é eterno. Mas hoje defendo as cores do Vasco e meu objetivo é colocar este clube onde ele merece estar: no topo. Ver a torcida inflamada aqui em São Januário é algo que motiva qualquer profissional”.
Próximos passos
Com a vitória, o Vasco ganha fôlego na tabela e consolida o trabalho de Renato, que ainda não perdeu desde que assumiu o cargo (acumulando duas vitórias e um empate). O foco agora se volta para a correção de detalhes defensivos e a manutenção da intensidade física que se tornou marca registrada nestas últimas rodadas.
O futebol já foi um esporte onde o talento compensava quase qualquer pecado fora das quatro linhas. Se hoje vemos Cristiano Ronaldo rejeitar uma latinha de refrigerante em uma coletiva, nos anos 1970 e 1980, o cenário nos vestiários era drasticamente diferente. A evolução da “dieta dos campeões” não é apenas uma mudança de cardápio; é a história da transformação do jogador de futebol em uma máquina de elite.
Em comparação aos anos 1970, onde quase tudo era permitido nos vestiários, o controle nutricional de clubes como o Manchester City nos dias atuais é quase ficção científica
Os Anos 70: Vinho, Cigarros e o “Bife com Batatas”
Até meados da década de 1970, a nutrição esportiva era quase inexistente. O conceito de “combustível” para o corpo era puramente intuitivo. Nas seleções da Itália e da França, por exemplo, o vinho às refeições era considerado digestivo e essencial para relaxar os jogadores. Não era nada raro ver craques como o holandês Johan Cruyff fumando no intervalo ou nos túneis de acesso. O cigarro era visto com uma tolerância que hoje parece absurda.
A Pré-Partida
A refeição padrão antes de um jogo consistia em carne vermelha pesada (bife) e batatas fritas. O problema? A gordura e a proteína em excesso levavam horas para serem digeridas, roubando energia que deveria estar nos músculos.
A Revolução que veio pela boca
ELEMENTO
ANOS 1970/1980
ERA MODERNA (PÓS-2010)
Principal Fonte de Energia
Carne vermelha e gordura
Carboidratos complexos e Integrais
Hidratação
Água e, por vezes, cerveja e/ou vinho
Isotônicos personalizados e sucos funcionais
Suplementação
Praticamente inexistente
Creatina, Whey, BCAAs e Ômega-3
Pós-Jogo
Refeição livre (Pizza/Hambúrguer)
Janela metabólica (Proteína de rápida absorção)
A Transição Científica (Anos 1990 e 2000)
A grande virada ocorreu quando clubes europeus começaram a contratar fisiologistas e nutricionistas dedicados. O pioneirismo do técnico francês Arsène Wenger no Arsenal, em 1996, é o marco zero da modernidade. Ele baniu barras de chocolate, frituras e o consumo excessivo de álcool, enfrentando na época uma resistência feroz e imediata dos jogadores.
O Presente: Nutrição Individualizada e Alimentos Proibidos
Hoje, a dieta de um clube de futebol de elite é milimétrica. Jogadores como Lionel Messi e Erling Haaland seguem protocolos que tratam a comida como medicina.
A “Massa” Proibida
Messi, sob orientação do nutricionista Giuliano Poser, reduziu drasticamente a farinha refinada e o açúcar, o que eliminou seus problemas frequentes de vômitos em campo e lesões musculares. Já a “Dieta Viking” do atacante norueguês Haaland foca em alimentos densos em nutrientes, incluindo coração e fígado de gado, além de água filtrada por sistemas complexos para evitar microplásticos.
Inflamação Zero
O foco atual é a dieta anti-inflamatória. Menos carne vermelha, mais peixes ricos em gorduras boas, sementes e vegetais crucíferos para acelerar a recuperação entre os jogos.
O Impacto na Longevidade
A maior prova de que a dieta mudou o jogo está na idade de aposentadoria. Nos anos 1970, um jogador de 30 anos era considerado “veterano em fim de carreira”. Hoje, atletas como Luka Modric e Cristiano Ronaldo performam no mais alto nível aos 38 ou 39 anos. O segredo? O controle glicêmico e a preservação da massa magra através da alimentação.
O alce Maple, a onça-pintada Zavu e a águia Clutch são os mascotes da Copa de 2026
Desde que o leão World Cup Willie (ao lado) apareceu em 1966, a figura do mascote tornou-se uma ferramenta de marketing de bilhões de dólares. Em 2026, as estrelas da vez são três: Maple (alce, representando o Canadá), Zayu (onça-pintada, do México) e Clutch (águia-americana, símbolo dos EUA). Mas você sabia que para cada Naranjito (mascote da Copa da Espanha em 1982 que até hoje faz sucesso), “Zakumi” ou “Fuleco” que chega às prateleiras e rende milhões, dezenas de conceitos são descartados em salas de reunião da FIFA. Alguns por serem bizarros demais, outros por tocarem em feridas políticas ou simplesmente por falharem na tentativa de serem “modernos”. E ainda temos os casos dos que, mesmo aprovados, não caíram no gosto do público e ainda gararam polêmicas. Vamos relembrar alguns deles?
O Mistério de 2002: O que eram os Spheriks?
A Copa na Coreia e no Japão já tinha os ineditismos de ser na Ásia e de ter duas sedes, e ainda tentou romper com a tradição de animais e humanos como mascotes. Mas nessa, falhou miseravelmente. O resultado foram os Spheriks (Ato, Kaz e Nik), que são… Bom, são isso aí! O que poucos sabem é que a ideia original envolvia criaturas ainda mais abstratas e “alienígenas”, que foram suavizadas após pesquisas de mercado indicarem que as crianças tinham medo das formas pontiagudas e das cores fluorescentes originais. Foi a primeira vez que o design digital “apanhou” para a aceitação do público.
Alguns mascotes das Copas tiveram a consagração do público e até hoje fazem muito sucesso
Mas há os que geraram polêmicas, não caíram nas graças do público e são pouco lembrados
O Caso “Ciao”: O Boneco de Blocos que Dividiu a Itália
Em 1990, a Itália apresentou o Ciao, um boneco feito de blocos com as cores da bandeira e uma bola no lugar da cabeça. Até hoje, ele é citado em escolas de design como um exemplo de “ame ou odeie”. O que não foi revelado na época é que houve uma forte pressão para que o mascote fosse um personagem histórico (como um Gladiador ou o Pinóquio), mas a FIFA insistiu em algo que fosse “fácil de reproduzir em pixels”, prevendo a era dos videogames.
ANO / COPA
MASCOTE
CONCEITO
POR QUE GEROU POLÊMICA
1982 / Espanha
Naranjito
Uma laranja
Críticas ferozes da imprensa espanhola por ser “simples demais” para representar a cultura ibérica.
1986 / México
Pique
Uma pimenta jalapeño
Acusado de reforçar estereótipos mexicanos (chapéu e bigode).
2006 / Alemanha
Goleo VI
Um leão sem calças
Gerou debates na Alemanha sobre a falta de roupas e o fato de leões não serem animais nativos do país.
2022 / Catar
La’eeb
Um lenço de cabeça (Keffiyeh)
Gerou memes globais comparando-o ao “Gasparzinho”.
Os “Quase-Mascotes” de 2026
Para a Copa na América do Norte, com três países dividindo a sede, o desafio era criar algo que não privilegiasse apenas uma cultura (como a Águia americana, o Bordo canadense ou a Arara mexicana). Nesse contexto, surgiram Maple (alce), Zayu (onça-pintada) e Clutch (águia-americana) como representantes de Canadá, México e Estados Unidos, respectivamente. Mas fontes de agências de design indicam que a FIFA descartou rascunhos de animais híbridos (uma mistura de urso com coiote) por parecerem “quimeras assustadoras”. O trio de 2026 ainda vem com outra proposta: pela primeira vez se tornarão mascotes jogáveis – eles farão parte do FIFA Heroes, jogo virtual de futebol de cinco que será lançado pela FIFA às vésperas da Copa. O objetivo da entidade que rege o futebol mundial é tornar a competição cada vez mais próxima do público jovem.
Curiosidades dos Mascotes
O mascote de 1974, Tip e Tap, eram dois meninos alemães. A ideia na época era simbolizar a união das Alemanhas Ocidental e Oriental, mas o design foi criticado por ser “genérico demais”, parecendo apenas um anúncio de marca de leite da época.
Mesmo ainda um ícone histórico quando o assunto é mascote da Copa, o simpático Naranjito (Espanha, 1982) também apanhou da crítica local. Quem não gostava dele o acusava de ser “simples demais” para representar a cultura ibérica.
Em 1986, no mesmo México sede de 2026, o mascote era Pique, uma pimenta jalapeño. Até fez sucesso, mas era frequentemente acusado de reforçar estereótipos mexicanos (chapéu e bigode).
Em 2006, o Leão Goleo foi o campeão das polêmicas. Gerou debates acalorados na Alemanha desde sobre a falta de roupas até o fato meio óbvio de leões não serem animais nativos do país.
Na Copa do Catar em 2022, o mascote La’eeb era um tradicional lenço de cabeça (Keffiyeh), muito importante na cultura do Oriente Médio, mas gerou uma avalanche de memes globais comparando-o ao “Gasparzinho”, o fantasminha camarada.
Desde a Copa de 1990, mascotes viraram um mercado milionário para a FIFA e os países-sede
As curiosas histórias de países que tiveram seus momentos nas Copas, mas ficaram no passado
Camisas que já fizeram história em algum momento das Copas, mas que não existem mais
O futebol é, muitas vezes, muito mais duradouro que as fronteiras geográficas. Ao folhear o livro de ouro da FIFA, encontramos facilmente nomes de nações que ostentam campanhas históricas, goleadores lendários e uniformes icônicos, mas que hoje não possuem mais hino, bandeira ou assento na ONU. Até a Copa da Itália, em 1990, o cenário praticamente se mantinha intacto. O colapso da União Soviética em 1991, e de outros países da chamada Cortina de Ferro na sequência, fez um verdadeiro “Rebranding” no mapa-múndi, na geopolítica e, claro, nas fronteiras do futebol. Conheça agora um pouco mais das potências “extintas” que ainda assombram os gramados da memória dos torcedores.
1) União Soviética (URSS): O Gigante de Ferro
A URSS foi uma das forças mais temidas do século 20, e não só no futebol. Com o lendário goleiro Lev Yashin (na foto), o “Aranha Negra”, os soviéticos participaram de sete Copas, alcançando como melhor campanha o quarto lugar em 1966, na Inglaterra. A seleção da Rússia (que atualmente está banida das competições da FIFA justamente pela guerra com uma das ex-repúblicas soviéticas, a Ucrânia), herdou todos os registros oficiais, mas nunca mais chegou nem perto de repetir a mesma performance em campo. Isso porque a força daquela equipe vinha exatamente da mistura de talentos de repúblicas que hoje são independentes, como a Ucrânia, a Geórgia e até do Uzbequistão, que em 2026 estreia na Copa do Mundo como nação independente.
Países de tradição e boas participações em Copas do Mundo até a década de 1980, URSS e Iugoslávia se fragmentaram em vários países a partir do colapso do comunismo em 1990
2) Iugoslávia: O “Brasil da Europa” Tecnicamente refinada e historicamente instável, essa poderia ser a lápide da extinta Iugoslávia, que foi semifinalista na primeira Copa do Mundo (1930) e também em 1962. Conhecidos pelo drible curto e visão de jogo, os iugoslavos eram uma potência multiétnica. Tinham, com justiça, o apelido de “Brasil da Europa”, pelo jogo muito mais técnico do que outras seleções europeias e pelo constante “open bar” de craques em campo. Com a morte do General Tito (o grande líder da nação unificada) em 1980, as feridas históricas se abriram novamente, culminando com a fragmentação do país nos anos 1990 e com a sangrenta Guerra Civil, mas ainda assim a Iugoslávia jogou as Copas de 1990 e 1998 (essa já com a presença da Croácia, inclusive semifinalista na sua estreia). E aqui está o ponto: se a Sérvia herdou grande parte do que era a Iugoslávia (incluindo a capital, Belgrado), no futebol o DNA parece ter ficado mesmo com a Croácia, que mantém o estilo de jogo técnico, de craques em profusão (só Modric já encerra essa questão) e resultados expressivos, como as semifinais de 1998 (na estreia) e 2022 e a final de 2018, na Rússia. Além de Sérvia e Croácia, a dissolução da Iugoslávia fez surgir mais cinco nações, e destas, a Eslovênia (2010) e a Bósnia & Herzegovina (2014, no Brasil) já estiveram em Copas, enquanto Kosovo e Macedônia do Norte já bateram na trave para isso e Montenegro ainda parece distante desse sonho.
Fragmentada em sete países a partir de 1990, a Iugoslávia ainda disputou a Copa de 1998
Alemanha Oriental (RDA): O Outro Lado do Muro Enquanto a Alemanha Ocidental colecionava títulos e sempre foi uma das grandes potências do futebol, a vizinha Alemanha Oriental (RDA) era o “patinho feio” da relação: sem títulos, teve apenas uma participação, justamente em 1974, na Alemanha. Porém, a estreia de certa forma foi histórica: um honroso sexto lugar e a vitória contra os “irmãos” do Ocidente (que seriam campeões daquela Copa) por 1 a 0 na fase de grupos. Após a queda do Muro de Berlim em 1989 e a reunificação em 1990, a seleção da RDA deixou de existir, fundindo-se à atual tetracampeã mundial sem deixar grandes marcas. Hoje, o destaque (nem um pouco comunista) é o RB Leipzig, da cidade que fazia parte da RDA e que hoje é uma das forças da Bundesliga por causa da parceria com a Red Bull. Outro clube tradicional da elite do país, o FC Union Berlin, da capital alemã, até 1989 ficava do outro lado do Muro.
SELEÇÃO
ÚLTIMA COPA
MELHOR CAMPANHA
O QUE SE TORNOU HOJE
Iugoslávia
1998*
4º Lugar (1930, 1962)
Sérvia, Croácia, Eslovênia, Bósnia & Herzegovina, Macedônia do Norte, Montenegro e Kosovo
União Soviética
1990
4º Lugar (1966)
Rússia, Ucrânia, Geórgia, Uzbequistão e outras 11 repúblicas
Tchecoslováquia
1990
Vice-campeã (1934, 1962)
República Tcheca e Eslováquia
Alemanha Oriental
1974
6º Lugar (Fase Final)
Parte da Alemanha unificada
Zaire
1974
Fase de Grupos (lanterna)
República Democrática do Congo
*Em 1998 e 2006, o país jogou como “República Federal da Iugoslávia” e “Sérvia e Montenegro”, respectivamente, antes da separação total.
3) A Tchecoslováquia e o “Quase” Mundial Poucas seleções extintas chegaram tão perto da glória quanto a Tchecoslováquia. Foram oito participações até 1990 e dois vice-campeonatos mundiais perdidos para gigantes: o primeiro para a Itália de Giuseppe Meazza (e de Mussolini) em 1934 e o segundo para o Brasil de Garrincha em 1962. Em 1993, na onda da dissolução da Cortina de Ferro, o país se dividiu pacificamente (diferente de outros vizinhos) na chamada “Separação de Veludo”. Curiosamente, a seleção tchecoslovaca ainda disputou as eliminatórias para a Copa de 1994 (não se classificou) como um “time combinado” (RCS) antes de desaparecer definitivamente. Já como República Tcheca (a herdeira natural do histórico e do bom futebol), alcançou o vice-campeonato da Eurocopa em 1996 mas esteve apenas na Copa do Mundo de 2006. Já a irmã Eslováquia teve a sua única participação em 2010, na África do Sul, caindo nas oitavas de final.
Primeiro país da África Negra a disputar uma Copa, o Zaire ficou marcado pela camisa icônica
4) O Caso do Zaire: O Nome que Mudou e o uniforme que virou lenda Em 1974, o mundo conheceu o Zaire, a primeira seleção da África Subsaariana a disputar uma Copa do Mundo. Aqui, vale um contexto: Zaire era desde 1971 o nome do até então Congo Belga, e que a partir de 1997 passou a se chamar República Democrática do Congo. A participação dos “Leopardos” foi marcada por alguns fatos: o uniforme verde e amarelo com um leopardo estampado, um ícone vintage até hoje, a última colocação no Mundial com três derrotas e sem marcar nenhum gol, incluindo um sonoro 9 a 0 para a Iugoslávia (na estreia perderam de 2 a 0 para a Escócia), e a história que só se soube anos após de que no jogo de despedida contra o então campeão Brasil, os chutões para a arquibancada quando o jogo já estava 3 a 0, incluindo o famoso lance quando o Brasil tinha uma falta na entrada da área para cobrar no fim do jogo, tinham uma razão oculta: após a piaba para os iugoslavos (com direito a teorias de corpo mole por desacordos nas premiações), o ditador do país, Mobutu Sese Seko, ameaçou que todo o elenco não retornaria ao país (leia-se…) se levasse uma nova goleada humilhante. Como pelo jeito o ditador era da turma do “3 a 0 não é goleada”, os jogadores acharam por bem não levar o quarto gol de jeito nenhum, e conseguiram! Folclores à parte, a verdade é que seja como Zaire, seja como Congo, o país nunca mais havia passado perto de repetir a façanha até que, 52 anos depois, está a uma partida da repescagem mundial de voltar a uma Copa do Mundo, após bater na trave pela vaga direta (vencia Senegal por 2×0, mas permitiu a virada), mas se redimir com honras nos playoffs do Continente, despachando pra casa as potências Camarões e Nigéria.