Copa do Mundo 2026
Expectativa x realidade: veja quem brilhou no (quase esquecido) Mundial Sub-17 no Brasil em 2019 e vai à Copa em 2026
Do Vestibular em 2019 para a Formatura em 2026. Pouca gente lembra, mas o Brasil sediou às pressas a Copa do Mundo Sub-17 em 2019, e apesar de pouco badalada, ela revelou muitas das estrelas que vão brilhar na Copa do Mundo 2026.
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2 horas atrásem
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Braga
A Copa do Mundo Sub-17 da FIFA, disputada às pressas no Brasil em 2019, serviu como o grande vestibular para uma geração de jogadores que, sete anos depois, está pronta para comandar suas seleções na Copa do Mundo de 2026, em gramados dos Estados Unidos, México e Canadá.
Passados sete anos daquela final emocionante no acanhado Estádio Bezerrão, no Gama (DF), quando o Brasil foi campeão batendo o México de virada, muitos dos atletas que atuaram em solo brasileiro naquele ano estiveram em amistosos recentes das suas seleções na última Data FIFA, e provavelmente estarão presentes nas listas oficiais do Mundial deste ano.
O cruzamento de dados mostra que aquela Copa do Mundo Sub-17 em 2019 foi um divisor de águas técnico. Enquanto as potências europeias como Espanha e França (favoritas em 2026, e que se enfrentaram nas quartas de final em 2019, com a França goleando por 6×1 em Goiânia) utilizaram o torneio como filtro de qualidade, nações como Haiti, Austrália e Coreia do Sul usaram como projeto de nação esportiva, e colhem os frutos agora.
Já o Brasil, um campeão acidental que nem deveria ter disputado o torneio (veja mais abaixo), viu praticamente toda uma geração promissora ficar pelo caminho, o que de certa forma diz muito sobre o atual estágio do futebol brasileiro, mas também prova que o talento precoce precisa de ambiente e gestão de carreira para sobreviver a longos sete anos de transição até o topo do mundo.
As estrelas que confirmaram o favoritismo

Alguns nomes já davam sinais de que o Sub-17 era “pequeno” para o futebol que apresentavam. O espanhol Pedri é o exemplo máximo dessa transição meteórica, saindo do gramado da Serrinha em Goiânia direto para o protagonismo no Barcelona e na Fúria.
Pedri é destaque da Espanha
A elite africana e sul-americana
A seleção de Senegal também colheu frutos valiosos daquela edição com a consolidação de Pape Matar Sarr, hoje volante de elite na Premier League. Já o Equador transformou a liderança do zagueiro Piero Hincapié em realidade, tornando-o um dos defensores mais valorizados do futebol europeu em 2026, hoje atuando como lateral-esquerdo. A Argentina, por sua vez, vê em Matias Soulé o herdeiro técnico de uma geração que começou a ganhar corpo nos gramados brasileiros.
O curioso caso do artilheiro holandês

Mas entre os personagens daquele Mundial, chama a atenção a trajetória do artilheiro holandês Sontje Hansen. Chuteira de Ouro do torneio com 6 gols e um dos destaques da campanha de semifinal da Holanda, ele chegou a ser sondado pelo Manchester City de Guardiola, mas seguiu no Ajax, onde não conseguiu se firmar no elenco profissional. Passou pelo NEC Nijmegen, também da Holanda, antes de chegar ao Middlesbrough, que disputa a Champioship inglesa. Quando parecia que ver a Copa de 2026 pela TV era uma certeza, veio a ligação de outro holandês, o técnico Dick Advocaat, para que Sontje Hansen atuasse pela seleção de Curaçao, país de origem de seus pais. Estreou em outubro de 2025, e apenas cinco dias depois sua naturalização foi aprovada pela FIFA. De praticamente descartado, o artilheiro de 2019 passou a ser nome praticamente garantido na Copa de 2026.
O lado amargo: os que ficaram pelo caminho
Como sempre, nem todo brilho de 2019 se traduziu em sucesso profissional de alto nível para este ciclo de 2026. Gabriel Veron, por exemplo, eleito o melhor jogador daquela Copa, conviveu com lesões e oscilações, ficando a anos-luz de distância dos planos da Seleção Brasileira principal. Outros nomes, como o artilheiro Lázaro e o capitão brasileiro Henri, não atingiram o teto esperado e hoje vão assistir ao Mundial pela TV, enquanto buscam retomar o espaço em clubes de menor expressão.

Meia Gabriel Veron foi o melhor jogador do Mundial Sub-17. Foto: Alexandre Loureiro/ CBF
📉 Promessas que “Estagnaram” ou não vingaram
Como em todo torneio de base, alguns nomes que pareciam destinados ao topo acabaram enfrentando dificuldades na transição para o profissional:
| JOGADOR | STATUS EM 2019 | COMO ESTÁ EM 2026? |
| João Peglow | Camisa 10 e titular do Brasil | Após rodar por Porto B, Sport e Polônia, rescindiu com o Inter e está no DC United da MLS |
| Gabriel Veron | Melhor jogador do mundo Sub-17. Maior joia da base do Palmeiras na época | Foi vendido ao Porto, mas sofreu com lesões e questões disciplinares. Passou sem sucesso por Cruzeiro, Santos e Juventude, e está no Nacional da Madeira, em Portugal. |
| Sontje Hansen | Artilheiro do Mundial com a semifinalista Holanda | Não conseguiu se firmar no time principal do Ajax. Atualmente joga no Middlesbrough, mas deve ir à Copa com a seleção de Curaçao. |
| Daniel Cabral | Volante titular do Brasil (Flamengo). | Sofreu com lesões graves no joelho. Em 2024, transferiu-se para o Estrela Amadora, de Portugal. |
| Matías Palacios | A grande joia da Argentina naquele Mundial. | Vendido cedo ao Basel (Suíça), não explodiu. Atualmente joga no Al-Ain, nos Emirados Árabes. |
| Henri | Capitão do Brasil e zagueiro promissor. | Não teve chances no profissional do Palmeiras. Atualmente joga no North Texas SC (time B do FC Dallas, nos EUA). |
| Lázaro | Herói do título brasileiro em 2019 | Não se firmou no Flamengo, foi vendido ao espanhol Almeria e chegou a ser emprestado ao Palmeiras, onde também pouco jogou. Atualmente está no Al-Najma da Arábia Saudita. |
O fenômeno do Haiti e a base de 2019
A seleção do Haiti é o caso mais emblemático de planejamento e continuidade entre as seleções periféricas. Se despediu daquele Mundial com três derrotas e a lanterna do grupo em Goiânia, mas atletas como Dany Jean e Carl Fred Sainté, que sentiram o peso de um Mundial pela primeira vez em 2019, formam hoje a espinha dorsal da equipe na Copa 2026. O amadurecimento desses jogadores foi o pilar necessário para que a nação caribenha alcançasse a classificação histórica para o torneio atual, encerrando um jejum de 52 anos.
Você lembra da Copa do Mundo Sub-17 no Brasil?
Se não lembra, a gente te entende. Mas vamos ajudar a refrescar a memória:

A Copa do Mundo FIFA Sub-17 de 2019 foi a 18ª edição da competição e foi disputada no Brasil entre os dias 26 de outubro a 17 de novembro.
O evento deveria ter ocorrido no Peru entre 5 e 27 de outubro. No entanto, em fevereiro de 2019 a Federação Peruana anunciou a desistência por não conseguir cumprir com todos os requisitos exigidos pela FIFA. Sendo assim, o Conselho da FIFA anunciou em 15 de março o Brasil como substituto, marcando a primeira vez que o país recebeu uma edição da categoria.
Curiosidade: o Brasil só participou daquele Mundial porque virou o país-sede. A seleção havia sido eliminada precocemente no Sul-Americano Sub-17 meses antes com uma campanha pífia, mas com a mudança da sede às pressas, a vaga caiu no colo da equipe, que mudou de treinador (Guilherme Dalla Déa assumiu) e acabou sendo campeã invicta, vencendo todos os 7 jogos.
A Inglaterra era a atual campeã da categoria, mas não se classificou para defender o título. Na fase decisiva, o Brasil derrotou a Itália nas quartas por 2×0, a França por 3×2 na semifinal e o México na final de virada por 2×1 ((gols de Kaio Jorge e Lázaro) e conquistou o título pela quarta vez, o primeiro desde 2003.
🏟️ Sedes e Organização

Diferente da Copa de 2014, o Mundial Sub-17 focou em estádios menores e mais próximos, facilitando a logística:
Gama (DF): Estádio Bezerrão (onde ocorreu a final e a abertura).
Goiânia (GO): Estádio Olímpico e Estádio da Serrinha.
Cariacica (ES): Estádio Kléber Andrade.
⭐ Os Destaques e Premiações Individuais
Bola de Ouro (Melhor Jogador): Gabriel Veron (Brasil). Na época, era a maior joia do Palmeiras.
Chuteira de Ouro (Artilheiro): Sontje Hansen (Holanda), com 6 gols.
Luva de Ouro (Melhor Goleiro): Matheus Donelli (Brasil), do Corinthians.
🚀 Promessas que se Confirmaram no Profissional
Muitos nomes que hoje brilham na Europa e em seleções principais estavam naquele torneio:
🇪🇸 Pedri (Espanha): Talvez o maior sucesso comercial e técnico. Saiu do Las Palmas para o Barcelona e se tornou um dos pilares da Seleção Espanhola principal.
🇸🇳 Pape Matar Sarr (Senegal): Hoje é peça fundamental no meio-campo do Tottenham, da Inglaterra, e da seleção atual campeã africana de nações.
🇺🇸 Giovanni Reyna (EUA): Consolidou-se no Borussia Dortmund e atualmente está no Borussia Mönchengladbach. É uma das estrelas da geração norte-americana que chega cheia de expectativas para o Mundial em casa.
🇪🇨 Piero Hincapié (Equador): Na época era zagueiro titular absoluto. Em 2019 já demonstrava liderança, confirmada depois no Bayer Leverkusen e atualmente no Arsenal como lateral-esquerdo. Nome certo na Copa.
🇧🇷 Kaio Jorge (Brasil): Fez gol na final e logo depois teve uma venda milionária do Santos para a Juventus. Após uma lesão grave, buscou retomar o espaço no Cruzeiro (em 2024), onde voltou a ter boas atuações e chegou à Seleção, mas tem poucas chances de estar no grupo da Copa.
2019 x 2026: Veja como foi a transição de algumas seleções daquele Mundial
🇧🇷 Brasil: Não foi o que parecia…
O Brasil de 2019 foi campeão invicto, mas a transição para a seleção principal foi na direção contrária ao sucesso daquele grupo:

Yan Couto (Lateral-Direito): Um dos destaques daquela campanha, foi vendido pelo Coritiba ao Manchester City, foi emprestado ao Girona (do mesmo grupo) e atualmente está consolidado no Borussia Dortmund. Como naquela época, segue como um provável herdeiro da problemática lateral-direita na Seleção Brasileira principal. Mas perdeu espaço no grupo atual de Ancelotti e dificilmente estará na Copa.
Lázaro (Atacante): O herói do título de 2019 (era reserva, mas entrou para marcar o gol da vitória de virada contra a França na semifinal e o gol do título na final contra o México) teve uma transição bem inconsistente. Não se firmou no Flamengo, foi vendido ao espanhol Almeria e chegou a ser emprestado ao Palmeiras, onde também pouco jogou. Atualmente está no Al-Najma da Arábia Saudita.
João Peglow (Meia): Era o Camisa 10 e titular do Brasil, além de grande nome da base do Internacional. Mas não conseguiu transformar isso em carreira sólida. Após rodar por Porto B, Sport e clubes da Polônia, rescindiu com o Inter e busca retomar a carreira no DC United, da MLS.
Gabriel Veron (Meia): Melhor jogador do mundo Sub-17 naquele ano. Foi vendido pelo Palmeiras ao Porto como grande promessa, mas sofreu com lesões e questões disciplinares. Retornou ao Brasil tentando retomar a carreira, primeiro para o Cruzeiro, depois para Santos e Juventude, mas também sem sucesso. Atualmente está emprestado pelo Porto ao Nacional da Madeira.
Matheus Donelli (Goleiro): Titular absoluto daquela geração e luva de ouro da Copa do Mundo, era tratado como o sucessor natural de Cássio no Corinthians. Mas na prática nunca passou nem perto disso. Está emprestado pelo Timão ao Shabab Al Ahli, dos Emirados Árabes Unidos.
Henri (Zagueiro): Capitão do Brasil e zagueiro promissor. Não teve sequência no profissional do Palmeiras. Atualmente, joga no North Texas SC (time B do FC Dallas, nos EUA).
João Pedro (Atacante): Era do mesmo grupo (jogou o Sul-Americano), mas não estava no elenco campeão porque não foi liberado pelo Watford, clube dele na época. Consolidado na Premier League, é titular do Chelsea e nome praticamente certo nos 26 da Seleção para a Copa.
🇪🇸 Espanha: a consistência rendeu frutos
A Espanha de 2019 parou nas quartas tomando um 6×1 da França em Goiânia, mas foi uma das seleções mais talentosas e a que forneceu mais nomes consistentes para 2026:
Pedri (Meio-campista): A grande estrela. Saiu do Sub-17 em 2019 direto para o estrelato mundial. É o dono da camisa 10 ou 8 da Espanha em 2026.
Alejandro Balde (Lateral-Esquerdo): Reserva em 2019, hoje é titular do Barcelona e nome certo da lateral espanhola para a Copa.
Robert Navarro (Meia/Ponta): Conseguiu se firmar em La Liga com a camisa do Athletic Bilbao e é uma das opções de velocidade no elenco de Luis de la Fuente.
🇫🇷 França: a fábrica de talentos
A França ficou em 3º lugar em 2019 e, como esperado, vários jogadores “graduaram” para o time principal de Didier Deschamps:
Tanguy Nianzou (Zagueiro): O zagueiro que era capitão e xerife em 2019 consolidou sua carreira na Europa no Sevilla e é uma das opções defensivas para este Mundial.
Arnaud Kalimuendo (Atacante): O artilheiro daquela geração francesa hoje disputa vaga no ataque com os veteranos, mas dificilmente irá à Copa. Está no Eintracht Frankfurt, emprestado pelo Nottingham Forest.
Rayan Cherki (Meia): Já era uma promessa daquela geração, mas não foi ao Mundial porque já atuava no time profissional do Lyon. Hoje brilha no Manchester City (sob comando de Guardiola) e é um dos criadores de jogadas da França para 2026.
🇦🇷 Argentina: A “Escada” para o Sucesso
Diferente de outras gerações, a de 2019 foi muito focada em formar jogadores de grupo para Scaloni:
Matias Soulé (Atacante): Embora não tenha sido o protagonista absoluto em 2019, sua evolução na Juventus e atualmente na Roma o colocou como o “sucessor natural” em algumas funções ofensivas da Argentina em 2026. Deve ir à Copa como reserva.
Exequiel Zeballos (Meia-atacante): O “Changuito” sofreu com lesões, mas sua habilidade demonstrada no Brasil em 2019 garantiu sua vaga como arma de segundo tempo na seleção principal. É destaque do Boca Juniors e esteve em convocações recentes de Scaloni.
🌍 Outras Seleções de Destaque
O Mundial de 2019 espalhou talentos que hoje são os “donos” de suas seleções nacionais:
🇺🇸 Estados Unidos: Feitos para brilhar em casa
Giovanni Reyna (Meia-atacante): Um dos grandes nomes da geração dos Estados Unidos que foi moldada para chegar pronta em 2026. Jogou o Mundial no Brasil e agora é a esperança dos americanos jogando em casa em 2026. Revelado pelo Borussia Dortmund, atualmente joga no outro Borussia, o Mönchengladbach.
Joe Scally (Lateral-direito): Lateral que também estava em 2019 e é peça carimbada na defesa americana. Joga junto com Reyna no alemão Borussia Mönchengladbach.
🇦🇺 Austrália: Renovação com Base no Brasil
Os Socceroos fizeram uma campanha digna em 2019 (oitavas de final) e três nomes daquele grupo são hoje peças de Premier League ou Championship que estarão na Copa 2026:
Ryan Teague (Meia): O capitão de 2019. Após rodar pela Europa, tornou-se o herdeiro de Aaron Mooy no controle do jogo da Austrália. Está no Melbourne City.
Jordan Bos (Lateral-esquerdo): Não era o nome mais badalado em 2019, mas teve uma explosão física absurda. É titular absoluto na lateral-esquerda da Austrália para 2026 e um dos destaques do Feyenoord, da Eredivisie holandesa.
Nestory Irankunda (Ponta): Ele é a estrela da atual geração australiana, mas em 2019 ainda era jovem demais para estar no grupo daquele Mundial. No entanto, mesmo com 14 anos na época conviveu com a transição dessa geração. Está atualmente no Watford, da Champioship inglesa, e já desperta interesse nos gigantes do país.
🇰🇷 Coreia do Sul: Disciplina e Continuidade
A Coreia chegou às quartas em 2019 e manteve a espinha dorsal técnica:
Lee Tae-seok (Lateral): Filho da lenda Lee Eul-yong (2002), manteve o legado da família e está confirmado na lista de 2026 pela sua precisão nos cruzamentos. Joga no Áustria Viena.
Jeong Sang-bin (Atacante): O “Korean Mbappé” de 2019. Após passagem pela Europa, fixou-se no St. Louis City da MLS e é a principal arma de contra-ataque da Coreia para 2026.
Eom Ji-sung (Meia): Outro remanescente das quartas de final que chegou a vestir a camisa 10 da seleção principal em amistosos recentes. É titular e um dos destaques da Champioship (Segunda Divisão Inglesa) com o Swansea City de País de Gales.
🇲🇽 México: O Vice que “envelheceu” bem
O México perdeu a final para o Brasil, mas “ganhou” jogadores prontos para 2026:
Efraín Álvarez (Meia): A joia do LA Galaxy em 2019. Demorou a engrenar, mas em 2026 é o reserva de luxo e criador de jogadas da Tri. Está no Tijuana, que joga a primeira divisão mexicana.
Víctor Guzmán (Zagueiro): O xerife da defesa em 2019. Hoje é o titular da zaga central mexicana, sendo um dos poucos daquela final que se tornou “indiscutível”. É a liderança moral do mexicano Pachuca.
🇭🇹 O “Milagre Haitiano” de 2019 para 2026
A seleção do Haiti que veremos em 2026, inclusive enfrentando o Brasil, tem pilares que choraram a eliminação logo na primeira fase no Estádio da Serrinha, em Goiânia, com três derrotas. Mal sabiam que as lágrimas daquele dia iriam regar uma geração que fez história no país:

Dany Jean (Atacante): O grande destaque de 2019. Na época jogava no Aigle Noir (Haiti), foi para o Strasbourg (França) e hoje é a referência técnica da seleção principal e do Torreense, da segunda divisão portuguesa.
Dany Jean é um dos destaques do Haiti
Carl Fred Sainté (Meio-campista): Era o motor do time em 2019. Conseguiu se profissionalizar no futebol dos EUA (joga no El Paso Locomotive, clube da USL Championship) e é titular absoluto na contenção do Haiti para 2026.
Kervens Jolicoeur (Atacante): Outro remanescente que ganhou físico e experiência internacional, sendo peça chave no esquema de velocidade da equipe. Atua no ASC San Diego, das divisões inferiores dos EUA.
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Copa do Mundo 2026
Quiz da Copa do Mundo: encare o desafio do Kmiza27 e mostre que está pronto para a maratona de jogos de 2026
Faça o teste de 15 perguntas sobre o universo da história quase centenária das Copas e mostre que você é o titular da turma quando o assunto é o maior evento do planeta.
Publicado
8 horas atrásem
21 de abril de 2026Por
Braga
Fala, fã de futebol e, principalmente, de Copa do Mundo! Preparado para testar seu coração e sua memória? ⚽🏆
A Copa do Mundo é o evento que para o planeta, cria heróis e imortaliza lendas. Mas será que você é aquele torcedor que só assiste aos jogos a cada 4 anos ou é uma verdadeira enciclopédia da bola?
Nós, do Kmiza27, queremos saber a resposta e lançamos o desafio: elaboramos 15 perguntas que viajam desde o Uruguai em 1930 até os gramados modernos. Spoiler: se você fizer mais de 10 pontos, já pode pedir a convocação para liderar a mesa redonda dos amigos durante a Copa 2026! Mas se acertar todas, aí manda o currículo aqui pra gente!
Das 15 perguntas, 4 são nível fácil, pra ninguém passar a vergonha de zerar. Outras 6 questões são de nível médio, aquelas que todo mundo consegue encarar. E, por fim, 5 questões são realmente para definir de que time você é quando o assunto é Copa do Mundo…
Preparados? Então vamos nessa!
🏆 Quiz: O Trono da Copa do Mundo (15 perguntas)
1) Qual é a única seleção que participou de todas as edições da Copa do Mundo até hoje?
A) Alemanha
B) Brasil
C) Itália
D) Argentina
2) Qual goleiro detém o recorde de passar mais tempo sem sofrer gols em uma única edição de Copa (517 minutos)?
A) Gianluigi Buffon (Itália)
B) Manuel Neuer (Alemanha)
C) Walter Zenga (Itália)
D) Iker Casillas (Espanha)
3) Quantos títulos mundiais a Seleção Brasileira possui atualmente?
A) 4
B) 5
C) 6
D) 3
4) Quem é o maior artilheiro da história das Copas (total de gols em todas as edições)?
A) Pelé
B) Ronaldo Fenômeno
C) Miroslav Klose
D) Just Fontaine
5) Quem detém o recorde de maior número de gols marcados em UMA ÚNICA edição de Copa?
A) Sandor Kocsis (11 gols em 1954)
B) Just Fontaine (13 gols em 1958)
C) Gerd Müller (10 gols em 1970)
D) Ademir Menezes (9 gols em 1950)
6) Qual seleção africana foi a primeira a chegar em uma semifinal de Copa do Mundo?
A) Camarões (1990)
B) Senegal (2002)
C) Gana (2010)
D) Marrocos (2022)
7) A “Mão de Deus” e o “Gol do Século” foram marcados por Maradona na mesma partida. Contra quem?
A) Alemanha Ocidental
B) Inglaterra
C) Bélgica
D) Brasil
8) Apenas três pessoas venceram a Copa como jogador e como treinador. São eles: Mário Zagallo, Didier Deschamps e…
A) Franz Beckenbauer
B) Johan Cruyff
C) Vicente del Bosque
D) Dino Zoff
9) A final da Copa de 2010 foi decidida na prorrogação. Quem marcou o gol do título inédito da Espanha?
A) Xavi
B) David Villa
C) Andrés Iniesta
D) Fernando Torres
10) Em 1994, o camaronês Roger Milla se tornou o jogador mais velho a marcar um gol em Copas. Qual era a idade dele?
A) 38 anos
B) 40 anos
C) 42 anos
D) 45 anos
11) Em qual país aconteceu a fatídica final de 1950, conhecida pelo termo “Maracanazo”?
A) Uruguai
B) Brasil
C) Argentina
D) Chile
12) Quem era o capitão do Brasil no tricampeonato de 1970?
A) Carlos Alberto Torres
B) Dunga
C) Bellini
D) Cafu
13) Em 1930, na primeira final da história, a bola causou polêmica. Como foi resolvido o problema?
A) Usaram uma bola de borracha.
B) Usaram uma bola fabricada na Inglaterra.
C) Cada tempo foi jogado com uma bola de um dos finalistas (Argentina e Uruguai).
D) O sorteio foi decidido no “cara ou coroa”.
14) Qual foi a única final de Copa do Mundo que terminou em 0 a 0 no tempo normal e na prorrogação, sendo decidida nos pênaltis?
A) 1994 (Brasil x Itália)
B) 2006 (Itália x França)
C) 2022 (Argentina x França)
D) 1990 (Alemanha x Argentina)
15) Qual jogador detém o recorde de maior número de vitórias em jogos de Copa do Mundo (17 vitórias)?
A) Cafu
B) Miroslav Klose
C) Lionel Messi
D) Lothar Matthäus
Confira aqui as respostas:
🧐 Gabarito para conferência:
1-B | 2-C | 3-B | 4-C | 5-B | 6-D | 7-B | 8-A | 9-C | 10-C | 11-B | 12-A | 13-C | 14-A | 15-B

E aí, qual o seu nível para a Copa do Mundo 2026?
0 a 5 acertos: Reservão! Precisa urgente maratonar uns documentários da FIFA.
6 a 10 acertos: É reserva, mas tá pedindo passagem! Conhece bem o riscado.
11 a 14 acertos: É do ramo! Você é aquele amigo que todo mundo consulta antes de apostar.
15 acertos: Lenda das Copas! Com certeza vai estar com a gente assistindo aquele imperdível Argélia x Jordânia na Copa!
Gostou? Então compartilha com aquele amigo e amiga que jura que entende de futebol e veja se eles te superam!
Copa do Mundo 2026
Seleção Brasileira: Pesquisa revela que apenas 29% dos torcedores acreditam no Hexa na Copa do Mundo 2026.
Publicado
2 dias atrásem
19 de abril de 2026Por
Braga
O Hexa (não) vem? Pelo menos é o que aponta uma pesquisa Datafolha divulgada recentemente, na qual apenas 29% dos brasileiros acreditam que o time comandado por Carlo Ancelotti trará o hexacampeonato na Copa do Mundo de 2026. O levantamento, realizado entre os dias 7 e 9 de abril de 2026 com 2.004 pessoas, reflete o impacto das eliminações consecutivas nas quartas de final e a instabilidade recente da equipe.
O tamanho do pessimismo
Este é o menor índice de otimismo da série histórica antes de um Mundial. Para efeito de comparação, antes da Copa de 2022 no Catar, o favoritismo percebido pela torcida era de 54%. O cenário atual mostra que o torcedor está mais “pé no chão” — ou talvez apenas cansado de promessas não cumpridas.
Onde o Brasil para?
A maior parte dos entrevistados, cerca de 46%, projeta que o Brasil será eliminado novamente nas quartas de final. Há ainda uma parcela de 14% de torcedores extremamente pessimistas que acreditam em uma queda precoce ainda na fase de grupos. O novo formato da Copa, agora com 48 seleções, parece aumentar o receio de zebras pelo caminho.

Segundo pesquisa Datafolha, só 29% dos torcedores acreditam que o capitão Marquinhos vai erguer a Taça FIFA no dia 19 de julho no MetLife Stadium, em Nova York. Rafael Ribeiro/CBF
Preparação sob pressão
Enquanto a opinião pública oscila, o planejamento segue com o retorno de peças importantes, como o zagueiro Éder Militão. O técnico Ancelotti tenta blindar o elenco para a estreia no dia 13 de junho, no Estádio MetLife, contra Marrocos. A missão é transformar esse ceticismo em combustível para reconquistar a confiança do país do futebol. Exemplos não faltam: nos dois últimos títulos, em 1994 e 2002, o pessimismo pré-Copa também era grande.
Arbitragem
Veja a lista dos árbitros para a Copa do Mundo 2026; Brasil é destaque
Publicado
1 semana atrásem
12 de abril de 2026Por
Braga
A lista dos árbitros da Copa do Mundo de 2026 foi divulgada pela FIFA. Segundo a entidade, os nomes foram escolhidos com base em critérios técnicos, físicos e psicológicos, após anos de avaliação e preparação. O processo inclui análise de desempenho, treinamentos específicos e observação em competições internacionais, o que explica a presença de três brasileiros no torneio, algo que não acontecia desde 1950.
O grupo, chamado de “FIFA Team One”, inclui 52 árbitros, 88 árbitros assistentes e 30 árbitros de vídeo, provenientes de todas as seis confederações e 50 Associações, e é a formação mais completa de árbitros da história da Copa do Mundo.
O Brasil será o país com maior número de representantes na arbitragem do Mundial. Os árbitros Raphael Claus, Ramon Abatti Abel e Wilton Pereira Sampaio foram selecionados para a Copa de 2026. Claus e Sampaio já têm experiência em Copas anteriores, enquanto Abatti Abel fará sua estreia após participações recentes em competições relevantes.
Além deles, o país também terá representantes entre assistentes e árbitros de vídeo (veja tabela completa abaixo), consolidando a força brasileira no quadro internacional.
Critérios vão além da regra do jogo
A escolha dos árbitros para a Copa não se resume ao conhecimento das regras. A FIFA avalia fatores como controle emocional, leitura tática e capacidade de tomada de decisão sob pressão. Além disso, a entidade considera a personalidade do árbitro e sua habilidade de entender o jogo em diferentes contextos. A leitura das estratégias das equipes também pesa na decisão final. O objetivo é montar um quadro que consiga lidar com partidas de alto nível, com jogadores de diferentes culturas e estilos.
Pierluigi Collina, ex-árbitro que apitou a final da Copa do Mundo de 2002 e atual diretor de Arbitragem da FIFA e presidente do Comitê de Árbitros da FIFA, afirmou: “Os árbitros selecionados são os melhores do mundo. Eles faziam parte de um grupo maior de árbitros que foi identificado e monitorado nos últimos três anos. Participaram de seminários e atuaram em torneios da FIFA. Além disso, seus desempenhos em partidas nacionais e internacionais foram avaliados regularmente. Os árbitros selecionados receberam, e continuarão a receber, apoio integral de nossos preparadores físicos e equipe médica, incluindo fisioterapeutas e um especialista em saúde mental. Nosso objetivo é garantir que estejam em ótimas condições físicas e mentais quando começarem o trabalho”, destacou Collina.

Brasil terá o maior número de representantes na arbitragem da Copa do Mundo de 2026
Experiência pesa — mas não garante vaga
A seleção começa muito antes do Mundial. Os árbitros passam por ciclos de preparação com treinamentos técnicos, físicos e teóricos organizados pela FIFA. Ter histórico em Copas ajuda, mas não é garantia de convocação. A FIFA prioriza o momento atual e a consistência recente dos árbitros.
Casos de desempenho irregular ou erros em jogos importantes podem impactar diretamente na escolha final, mesmo para nomes experientes.
Por outro lado, árbitros em ascensão, com boas atuações em torneios recentes, ganham espaço — como é o caso de do estreante brasileiro Abatti Abel, que conseguiu estar na lista mesmo após um erro considerado gravíssimo no Brasileirão 2025, na partida entre São Paulo e Palmeiras.
🌍Distribuição global: uma Copa realmente mundial
A lista final da FIFA confirma uma arbitragem amplamente distribuída entre continentes. Europa e América do Sul concentram grande número de árbitros, mas há presença significativa da África, Ásia, América do Norte e até federações menos tradicionais, como Somália e Mauritânia.
Ao todo, 50 países estarão representados, o que reforça a estratégia da FIFA de internacionalizar a arbitragem e evitar concentração regional. Países como Argentina, França, Inglaterra e Brasil aparecem com delegações robustas, enquanto outras nações contribuem com nomes pontuais, especialmente em funções de assistente e VAR.
Esse equilíbrio também ajuda a minimizar conflitos de interesse e amplia a diversidade de estilos de arbitragem dentro da competição.
👩⚖️ Presença feminina cresce, mas ainda é limitada
A Copa de 2026 terá árbitras mulheres em diferentes funções. Entre os destaques estão Tori Penso (Estados Unidos) e Katia Garcia (México) como árbitras principais, além de assistentes como Brooke Mayo, Kathryn Nesbitt e Sandra Ramirez, e a presença de Tatiana Guzman no VAR.
No total, são 2 árbitras principais, 4 assistentes e 1 profissional de VAR, representando três países: Estados Unidos, México e Nicarágua.
O número mantém a tendência iniciada na Copa do Mundo FIFA de 2022, que contou pela primeira vez com árbitras mulheres em jogos do masculino. Apesar do avanço, a presença feminina ainda é minoritária em relação ao total, indicando evolução gradual — mas longe de um cenário de equilíbrio.

Árbitra norte-americana Tori Penso será uma das representantes femininas no apito da Copa
Arbitragem também é estratégia
A definição do quadro de arbitragem leva em conta até mesmo o equilíbrio entre confederações e nacionalidades. Isso evita conflitos de interesse e garante maior neutralidade nas partidas, especialmente em fases decisivas. Na prática, a arbitragem da Copa é resultado de um processo tão estratégico quanto a convocação de jogadores.
Na Copa do Mundo, o árbitro não apenas aplica regras. Ele gerencia o jogo, controla o ritmo e precisa lidar com pressão de atletas, comissões e torcidas. Por isso, a FIFA trata a arbitragem como parte essencial do espetáculo — e investe cada vez mais em tecnologia, como o VAR, e na preparação dos profissionais.
Veja a lista completa de árbitros e assistentes da Copa de 2026
No total são 52 árbitros, 88 assistentes e 30 árbitros de vídeo de 50 Federações
🇸🇦 Arábia Saudita
Khalid Al Turais (Árbitro)
Abdullah Alshehri (VAR)
Mohammed Al Abakry (Assistente)
🇿🇦 África do Sul
Abongile Tom (Árbitro)
Zakhele Siwela (Assistente)
🇩🇪 Alemanha
Felix Zwayer (Árbitro)
Bastian Dankert (VAR)
Christian Dietz (Assistente)
Robert Kempter (Assistente)
🇦🇴 Angola
Jerson Santos (Assistente)
🇩🇿 Argélia
Mustapha Ghorbal (Árbitro)
Mokrane Gourari (Assistente)
Abbes Akram Zerhouni (Assistente)
🇦🇷 Argentina
Yael Falcon Perez (Árbitro)
Dario Herrera (Árbitro)
Facundo Tello (Árbitro)
Hernan Mastrangelo (VAR)
Juan Pablo Belatti (Assistente)
Gabriel Chade (Assistente)
Maximiliano Del Yesso (Assistente)
Cristian Navarro (Assistente)
Facundo Rodriguez (Assistente)
🇦🇺 Austrália
Alireza Faghani (Árbitro)
Shaun Evans (VAR)
George Lakrindis (Assistente)
James Lindsay (Assistente)
🇧🇪 Bélgica
Bram Van Driessche (VAR)
🇧🇷 Brasil
Raphael Claus (Árbitro)
Ramon Abatti (Árbitro)
Wilton Sampaio (Árbitro)
Rodolpho Toski (VAR)
Bruno Boschilia (Assistente)
Bruno Pires (Assistente)
Danilo Manis (Assistente)
Rodrigo Figueiredo (Assistente)
Rafael Alves (Assistente)
🇨🇦 Canadá
Drew Fischer (Árbitro)
Lyes Arfa (Assistente)
Micheal Barwegen (Assistente)
🇨🇲 Camarões
Elvis Noupue (Assistente)
🇶🇦 Catar
Abdulrahman Al Jassim (Árbitro)
Khamis Al-Marri (VAR)
Saoud Al Maqaleh (Assistente)
Taleb Al Marri (Assistente)
🇨🇱 Chile
Cristian Garay (Árbitro)
Juan Lara (VAR)
Jose Retamal (Assistente)
Miguel Rocha (Assistente)
🇨🇳 China
Ma Ning (Árbitro)
Fu Ming (VAR)
Fei Zhou (Assistente)
🇨🇴 Colômbia
Andres Rojas (Árbitro)
Nicolas Gallo (VAR)
Alexander Guzman (Assistente)
🇨🇷 Costa Rica
Juan Calderon (Árbitro)
Juan Carlos Mora (Assistente)
🇭🇷 Croácia
Ivan Bebek (VAR)
🇪🇬 Egito
Amin Mohamed (Árbitro)
Mahmoud Ashour (VAR)
Mahmoud Abouelregal (Assistente)
Ahmed Hossam Taha (Assistente)
🇸🇻 El Salvador
Ivan Barton (Árbitro)
David Moran (Assistente)
🇦🇪 Emirados Árabes Unidos
Omar Al Ali (Árbitro)
Mohammed Obaid Khadim (VAR)
Mohamed Al Hammadi (Assistente)
🇸🇮 Eslovênia
Slavko Vincic (Árbitro)
Tomaz Klancnik (Assistente)
Andraz Kovacic (Assistente)
🇪🇸 Espanha
Alejandro Hernandez (Árbitro)
Carlos Del Cerro Grande (VAR)
Jose Enrique Naranjo Perez (Assistente)
Diego Sanchez (Assistente)
🇺🇸 Estados Unidos
Ismail Elfath (Árbitro)
Tori Penso (Árbitro)
Joe Dickerson (VAR)
Armando Villarreal (VAR)
Kyle Atkins (Assistente)
Brooke Mayo (Assistente)
Kathryn Nesbitt (Assistente)
Corey Parker (Assistente)
🇫🇷 França
Francois Letexier (Árbitro)
Clement Turpin (Árbitro)
Jerome Brisard (VAR)
Nicolas Danos (Assistente)
Cyril Mugnier (Assistente)
Benjamin Pages (Assistente)
Mehdi Rahmouni (Assistente)
🇬🇦 Gabão
Pierre Atcho (Árbitro)
Amos Abeigne (Assistente)
Boris Ditsoga (Assistente)
🇳🇱 Holanda
Danny Makkelie (Árbitro)
Rob Dieperink (VAR)
Dennis Higler (VAR)
Jan De Vries (Assistente)
Hessel Steegstra (Assistente)
🇭🇳 Honduras
Hector Said Martinez (Árbitro)
Walter Lopez (Assistente)
Christian Ramirez (Assistente)
🏴 Inglaterra
Michael Oliver (Árbitro)
Anthony Taylor (Árbitro)
Jarred Gillett (VAR)
Gary Beswick (Assistente)
Stuart Burt (Assistente)
James Mainwaring (Assistente)
Adam Nunn (Assistente)
🇮🇹 Itália
Maurizio Mariani (Árbitro)
Marco Di Bello (VAR)
Daniele Bindoni (Assistente)
Alberto Tegoni (Assistente)
🇯🇲 Jamaica
Oshane Nation (Árbitro)
🇯🇵 Japão
Yusuke Araki (Árbitro)
Jun Mihara (Assistente)
🇯🇴 Jordânia
Adham Makhadmeh (Árbitro)
Mohammad Al Kalaf (Assistente)
Ahmad Al Roalle (Assistente)
🇲🇦 Marrocos
Jalal Jayed (Árbitro)
Hamza El Fariq (VAR)
Mostafa Akarkad (Assistente)
Zakaria Brinsi (Assistente)
🇲🇷 Mauritânia
Dahane Beida (Árbitro)
🇲🇽 México
Katia Garcia (Árbitro)
Cesar Ramos (Árbitro)
Erick Miranda (VAR)
Guillermo Pacheco (VAR)
Marco Bisguerra (Assistente)
Alberto Morin (Assistente)
Sandra Ramirez (Assistente)
🇳🇮 Nicarágua
Tatiana Guzman (VAR)
Antonio Pupiro (Assistente)
🇳🇴 Noruega
Espen Eskas (Árbitro)
Isaak Bashevkin (Assistente)
Jan Erik Engan (Assistente)
🇳🇿 Nova Zelândia
Campbell-Kirk Kawana-Waugh (Árbitro)
Isaac Trevis (Assistente)
🇵🇾 Paraguai
Juan Gabriel Benitez (Árbitro)
Eduardo Cardozo (Assistente)
Milciades Saldivar (Assistente)
🇵🇪 Peru
Kevin Ortega (Árbitro)
Michael Orue (Assistente)
🇵🇱 Polônia
Szymon Marciniak (Árbitro)
Tomasz Kwiatkowski (VAR)
Tomasz Listkiewicz (Assistente)
Adam Kupsik (Assistente)
🇵🇹 Portugal
João Pinheiro (Árbitro)
Bruno Jesus (Assistente)
Luciano Maia (Assistente)
🇷🇴 Romênia
Istvan Kovacs (Árbitro)
Mihai Marica (Assistente)
Ferencz Tunyogi (Assistente)
🇸🇴 Somália
Omar Abdulkadir Artan (Árbitro)
🇸🇪 Suécia
Glenn Nyberg (Árbitro)
Mahbod Beigi (Assistente)
Andreas Soderkvist (Assistente)
🇨🇭 Suíça
Sandro Schaerer (Árbitro)
Fedayi San (VAR)
Stephane De Almeida (Assistente)
🇹🇹 Trinidad e Tobago
Caleb Wales (Assistente)
🇺🇾 Uruguai
Gustavo Tejera (Árbitro)
Antonio Garcia (VAR)
Leodan Gonzalez (VAR)
Carlos Barreiro (Assistente)
Nicolas Taran (Assistente)
🇺🇿 Uzbequistão
Ilgiz Tantashev (Árbitro)
Timur Gaynullin (Assistente)
Andrey Tsapenko (Assistente)
🇻🇪 Venezuela
Jesus Valenzuela (Árbitro)
Juan Soto (VAR)
Tulio Moreno (Assistente)
Jorge Urrego (Assistente)
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